O Mosteiro de Pombeiro ou Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro, localiza-se na freguesia de Pombeiro de Ribavizela, concelho de Felgueiras, em Portugal.
É Declarado Monumento Nacional pelo 16-06-1910, DG 136 de 23 de Junho de 1910.
O Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro é um dos 21 monumentos que integram a Rota do Românico do Vale do Sousa.
A primitiva construção românica data dos anos 1059 e 1102, da qual apenas restam os dois absidíolos e o portal principal, de quatro arquivoltas. Durante a Dinastia Filipina o exterior recebeu duas novas torres. D. Gonçalo Mendes de Sousa "O bom", foi padroeiro deste mosteiro.
Em 1770, com a chegada de Frei José de Santo António Vilaça, foi renovado o interior da Igreja e construídos vários altares em talha.
Extintas as Ordens Religiosas em 1834, o Mosteiro foi pilhado e alienado, tendo uma parte significativa das suas pedras e silhares sido aproveitada para outras obras da região.
O mosteiro foi feito em homenagem à SANTA MARIA DE POMBEIRO, o qual tem uma escultura dessa mesma no altar, e ao lado dessa esta o São Bento e a sua irmã gémea Santa Esculacia. Sei também que tem dois túmulos logo a entrada, o altar é tudo revestido a talha dourada, e mas laterais do altar há uma pintura a fresco de cada lado.
Na minha opinião, acho que o mosteiro não esta em bom estado de conservação, que podia estar mais protegido e mais explorado.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
pinhole
“Pinhole” é um processo alternativo de fazer fotografia sem a necessidade do uso de equipamentos convencionais.
Na UFCD de Tecnologia de fotografia e vídeo utilizamos esta técnica artesanal para tirar uma fotografia.
Utilizamos uma caixa onde fizemos um pequeno orifício que funciona como lente e diafragma fixo em vez de uma objectiva.
Pintamos as caixas por dentro a preto e deixamos secar bem, de seguida, fizemos uma pequena janela a qual tapamos com papel de alumínio onde fizemos um buraquinho com uma agulha.
Na escola arranjaram-nos uma casa de banho da qual fizemos uma câmara escura onde tapamos todas as janelas e orifícios com panos pretos. Aí nessa câmara escura colocamos tinas com os líquidos apropriados para a revelação. Entramos uma a uma para a câmara escura onde colocamos o papel de fotografia e tapamos muito bem novamente a caixa.
Entretanto, fui para a parte da frente do Centro, destapei o buraquinho durante 15 segundos, de seguida fui para a câmara escura e prossegui com a revelação, passando também pelo banho de paragem, fixador e finalmente por água corrente, depois pusemos a secar. A primeira vez que fizemos a revelação foi com a ajuda da formadora, mas nas experiências seguintes já fiz todos estes processos sozinha.
Além disso, ainda digitalizamos as fotos e utilizamos o Adobe Photoshop, software que estávamos a iniciar a aprendizagem, para passar as fotografias Pinhole para positivo e darmos uns retoques.
Adorei esta experiência da qual nem sequer sabia a existência, com ela pude aprender uma nova maneira de fotografar que também é um dos meus hobbies.
Na UFCD de Tecnologia de fotografia e vídeo utilizamos esta técnica artesanal para tirar uma fotografia.
Utilizamos uma caixa onde fizemos um pequeno orifício que funciona como lente e diafragma fixo em vez de uma objectiva.
Pintamos as caixas por dentro a preto e deixamos secar bem, de seguida, fizemos uma pequena janela a qual tapamos com papel de alumínio onde fizemos um buraquinho com uma agulha.
Na escola arranjaram-nos uma casa de banho da qual fizemos uma câmara escura onde tapamos todas as janelas e orifícios com panos pretos. Aí nessa câmara escura colocamos tinas com os líquidos apropriados para a revelação. Entramos uma a uma para a câmara escura onde colocamos o papel de fotografia e tapamos muito bem novamente a caixa.
Entretanto, fui para a parte da frente do Centro, destapei o buraquinho durante 15 segundos, de seguida fui para a câmara escura e prossegui com a revelação, passando também pelo banho de paragem, fixador e finalmente por água corrente, depois pusemos a secar. A primeira vez que fizemos a revelação foi com a ajuda da formadora, mas nas experiências seguintes já fiz todos estes processos sozinha.
Além disso, ainda digitalizamos as fotos e utilizamos o Adobe Photoshop, software que estávamos a iniciar a aprendizagem, para passar as fotografias Pinhole para positivo e darmos uns retoques.
Adorei esta experiência da qual nem sequer sabia a existência, com ela pude aprender uma nova maneira de fotografar que também é um dos meus hobbies.
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